Justiça afasta professor investigado por suspeita de importunação sexual em MS
Município de Ivinhema, Mato Grosso do Sul Assessoria PMI O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) conseguiu na Justiça o afastamento cautelar de um...
Município de Ivinhema, Mato Grosso do Sul Assessoria PMI O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) conseguiu na Justiça o afastamento cautelar de um professor da rede estadual de ensino em Ivinhema (MS), investigado por suspeita de importunação sexual contra alunas menores de idade. Segundo o MPMS, a decisão foi obtida pela 2ª Promotoria de Justiça de Ivinhema, após pedido encaminhado ao Juízo das Garantias. O objetivo das medidas é proteger as estudantes e garantir a segurança no ambiente escolar durante o andamento das investigações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp De acordo com o promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, o caso corre em sigilo para preservar a identidade das vítimas e evitar exposição dos envolvidos. Além do afastamento das funções, a Justiça determinou medidas cautelares contra o investigado. Entre elas, está a proibição de se aproximar das vítimas, com distância mínima estabelecida pela decisão, além da proibição de qualquer tipo de contato, inclusive de forma indireta. Conforme apurado pelo Ministério Público, os fatos teriam ocorrido dentro do ambiente escolar e envolvem adolescentes. Diante da gravidade da denúncia e da posição de autoridade exercida pelo professor, o MPMS considerou necessária a adoção imediata de medidas preventivas. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) também foi acionado para acompanhar as vítimas, oferecendo atendimento psicológico e avaliando a necessidade de outros tipos de apoio. O Ministério Público ressaltou que as medidas determinadas pela Justiça têm caráter cautelar e não representam condenação antecipada. O caso segue em investigação e novas diligências poderão ser realizadas conforme o avanço das apurações. O g1 tentou contato com a Secretaria de Estado de Educação (SED), mas não obteve retorno. Vídeos em alta no g1 Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: