'OKE': música do Brô MC’s e Anitta viraliza em trend com nomes de 17 povos indígenas

Anitta participa de trend com 17 nomes de povos indígenas A música “OKE”, parceria do grupo de rap indígena sul-mato-grossense Brô MC’s com a cantora ...

'OKE': música do Brô MC’s e Anitta viraliza em trend com nomes de 17 povos indígenas
'OKE': música do Brô MC’s e Anitta viraliza em trend com nomes de 17 povos indígenas (Foto: Reprodução)

Anitta participa de trend com 17 nomes de povos indígenas A música “OKE”, parceria do grupo de rap indígena sul-mato-grossense Brô MC’s com a cantora Anitta, virou uma trend de trava-língua nas redes sociais. O novo desafio que tomou a internet é conseguir recitar, sem errar, o nome de 17 povos originários. Lançada no novo álbum de Anitta, "EQUILIBRIVM II", a faixa viralizou justamente pelo trecho em que os integrantes do grupo recitam a sequência cultural. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp No trecho, os rappers citam os povos Pataxó, Tikuna, Múra, Terena, Turuwara, Guajajara, Potiguara, Tapeba, Tupinambá, Yanomami, Kayapó, Munduruku, Ashaninka, Kalapalo, Makuxi, Xucuru e Guarani-Kaiowá. A sequência tem sido usada em vídeos com milhares de visualizações no Instagram e no TikTok, impulsionando debates sobre representatividade e despertando a curiosidade do público sobre a diversidade dos povos indígenas brasileiros. Até a própria Anitta entrou no desafio e gravou um vídeo tentando cantar esse trecho da música. Assista vídeo acima. A faixa integra o álbum "EQUILIBRIVM II", lançado por Anitta em julho de 2026, e conta também com a participação da rapper Katú Mirim. A canção celebra a ancestralidade, a força dos povos originários e a conexão entre natureza, espiritualidade e futuro, temas centrais do novo projeto da artista. Brô MC's com Anitta Fabi Fernandes Sobre o Brô MC’s O Brô MC’s é formado por Kelvin Mbaretê, Bruno Veron, Clemersom Batista e Charlie Peixoto. Naturais de Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, os integrantes pertencem à etnia Guarani-Kaiowá e vivem nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Com 17 anos de estrada completados em 2026, o grupo foi pioneiro no rap indígena no Brasil e se consolidou ao misturar o português com o idioma Guarani em suas rimas, usando a música como ferramenta de denúncia e valorização cultural. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: